
Onde está seu rosto para meu beijo?
Sem se ver o toque fugídio das penas
quase cálidas de vida na minha vida
Estou a mercê da sua ventania.
Um dia o poeta Gilberto Mendonça Telles escreveu: ''Agarro o azul do poema pelo fio''. Eu ,com minhas peripécias na sintaxe contornando uns versos para o própria palavra Já acho um fio azul em cada poema amarelado que dou...