segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O que achei sobre a Saudade.


Desprende-se de mim num suspiro cálido...


Leva-me tudo!


A vida azul turqueza , esbranquisada dos meus acalentos longos,

o resíduo fresco da alegria pouca e da ternura exorbitante

aos meus traços,


Recolhendo-me todas as borboletas...


Todo o tempo do vento que gostava só de ver passar

pingando no meu dorso opaco, o retorno das águas fluidas em tristeza

Eque agora, diante de uma face constante

Existe uma louca, demente de procura sem cor

(Minha vida em dor)


Meu Deus, protegei-me,

(sua filha oscilante e dispersa no mar).

Faça com que retornes

Não a carne ou a presença amada

Peço-lhe a volta de algo que não tem nome,

que nunca tive, que talvez não caiba na poesia


E eu por falta de dias e palavras

prefiro chamar de sonhos.

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